sábado, 5 de março de 2011

Da MTV

 Pelo amor de deus (se é que existe algum), o que acontece com a MTV? O que esses editores têm na cabeça? Que programas são esses?
Sinceramente, não acompanhei a MTV desde o começo, e nunca fui telespectador da emissora, aliás, só fui descubrir que de Music TeleVision ela não tem nada há alguns anos. Mas nem por isso se pode dizer que não tenho argumentos para defender minha tese supra citada.
Não sou um expert em programação televisiva, tampouco tenho vontade de me tornar um produtor ou alguém que trabalhe em uma emissora televisiva, mas posso afirmar, com toda a certeza, que a MTV é uma merda. Alguém ri dos programas de humor? Alguém segue os figurinos dos programas de moda? Existe quem quer saber as opiniões dos convidados do programa de debate? Tem quem ache interessante alguma das listas do Top Top? E, por último mas não menos importante, alguém entende as vinhetas?
Vamos começar o esculaxo agora: alguém aguenta ver hip hop o dia todo na tv? Por quê as bandas de metal, quando aparecem nas listas de clips só aparecem na madrugada? Por falar em MeTaL, cadê o Cover Nation? E outra vamos combinar que metal de verdade não é Megadeth. Aliás, Trash Metal, na concepção de todos os outros subgrupos do metal não faz parte do MeTaL, assim como o New Metal, mas isso é assunto pra outra crônica, se é que isso é uma crônica.
Mais uma perguntinha que eu me faço, por quê eles gostam tanto dos emos? Não aguento mais escutar RESTART pra cá, RESTART pra lá, CINE daqui, NZERO dali (apesar que esse último já não enche tanto o saco assim). Eu toco em 2 bandas atualmente e gostaria muito de participar de um concurso sobre técnicas com todos os participantes dessas bandas, um desafio simples: guitarristas contra guitarristas, baixistas contra baixistas e assim sucessivamente, cada um faz uma demonstração de uma técnica e o seu desafiante ou desafiado faz algo com a mesma técnica, ou com outra mais interessante de modo a demonstrar seus conhecimentos e habilidades no instrumento. E eu garanto que todos os integrantes das bandas em que toco ganharão, principalmente eu.

Dos "famosos"

É muito interessante o modo como as pessoas ficam interessadas no que os ditos "famosos" fazem ou deixam de fazer. O que me deixa mais abismado é uma simples pergunta: "O que exatamente eles fizem para merecerem tanta atenção?!" Não é de minha vontade tirar o mérito de tais pessoas, mas já repararam como não fazem nada muito além do que as nós, chamados "normais", podemos fazer?
Eu sou um baterista, estudo meu instrumento, escuto bandas com excelentes bateristas para me encorajar a aprimorar a técnica e cada vez evoluir mais no meu instrumento e blá blá blá[...], mas me diga o que faz um ator?! Ou um cantor de funk?! Ou pior, uma dançarina de funk?! Sinceramente gostaria de ver uma advogada, ou uma namorada que trai o seu namorado ganhando o Oscar de melhor atriz.
O motivo peincipal pelo qual digo que não há razão em tal fanatismo pelos famosos, está no simples fato de que, se você parar pra pensar, não há algo para justificá-lo. E, pela lógica ou pelo menos pelo que acho que esta palavra significa, admirar alguém que faça algo que eu mesmo posso fazer não faz sentido.
Quando vejo um cara com um simples io-io fazendo todos aqueles truques, ou com algumas bolinhas jogando como malabares ou mesmo estourando um côco com a cabeça, aí sim vejo um motivo para admiração, pois ele está fazendo algo que não se vê muito por aí. Mas me diga o que faz de tão diferente um ator? Não se espante pela obviedade da pergunta, mas sim pelo que se segue: mentir é fácil.
Justifico meu pensamento pelo simples fato de que todos somos atores por natureza. As pessoas mentem sem vergonha alguma, fingem, discimuçam, distorcem a realidade com uma facilidade tamanha que a admirição por alguém que faz disso uma profissão torna-se algo inconsistente, afinal se todos o fazem, por quê prestar atenção em quem aparece na TV?
As pessoas gastam dinheiro, perdem dias de suas vidasindo atrás, quase morrem quando os "ídolos" terminam um namoro entre outras coisas, e se prestarem atenção, qual o sentido disso? Será que essas pessoas acham que seus adorados ligam? Ou que se importam com o que seus fãs fazem para estar no local de suas aparições? Tenho certeza que não...
Outra coisa que não vejo sentido, mas isso é falando como músico, é a "pagação de pau" para artistas que não fazem seus trabalhos bem feitos, como, por exemplo, algumas duplas sertanejas. Digo algumas pois, por mais que eu seja adepto de outro tipo de movimento, percebo que há no meio excelentes cantores, que fazem por onde receberem admiração pelos seus trabalhos, assim como existem vários atletas, escritores, pintores que da mesma forma fazem seus trabalhos de forma explêndida, esses sim merecendo uma grande admiração, mas, ainda assim, as pessoas os ignoram, sem sequer saberem seus nomes.
Eu namorei uma moça que gosta muito, mas muito mesmo de Guns'n'Roses, e eu sempre me perguntei: "Como será que ela consegue escutar isso?!" Pois, sinceramente, qualquer um consegue tocar qualquer música da banda.
Agora me explique, faz algum sentido? Claro que não, essa admiração gratuita e injustificada, deixa as pessoas que realmente a merecem indignadas, pois alguns têm tanta, mesmo sem merecê-la.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Download Call of Duty - Modern Warfare 2


Ficha Técnica:
Fabricante: Activision
Lançamento: 2009
Idioma: Inglês
Midia: Dvd
Padão: Ntsc
Tamanho: 11.20 Gb
Tipo: .rar/.iso
Sistema Operacional: Windows XP/Vista

Sinopse/Descrição:
Modern Warfare 2 é a sequência do aclamando game homônimo que debutou em diversas plataformas da atual geração. Nesta versão, exclusiva para PlayStation 3, PC e Xbox 360, os jogadores passam por diversos ambientes diferentes para tentar manter a ordem mundial.
O game mantém a narrativa que se iniciou no primeiro game, com o mundo enfrentando uma instabilidade política da Rússia. Com isso, algumas pessoas estão aproveitando a situação para criar um estoque de armas e assegurar a potência militar da própria Rússia.
Mesmo com a morte do vilão Zakhaev, responsável pelas atrocidades do primeiro jogo, a situação não deve estar muito melhor. O novo rosto do terrorismo global é um ex-associado de Zakhaev chamado Makarov. O inimigo usa como desculpa a vingança da morte de seu aliado para causar toda a destruição. Além de ser um sociopata, Makarov ainda possui uma base poderosíssima na Rússia, que é uma ameaça para todo o mundo.
Outro fator interessante é o nível de dificuldade, que foi significativamente aprimorado. Os momentos em que você encarna enfrenta um número elevado de oponentes devem ser muito mais intensos do que na versão original do game. Espere por tiroteios abundantes e muitos inimigos aparecendo simultaneamente na tela. Mas, felizmente, você conta com uma nova opção para derrotá-los: um escudo.
Além do seu novo equipamento, que promete ser muito útil quando usado estrategicamente, o game também conta com um modo de jogo em que é possível jogar cooperativamente com um amigo. Com isso, as coisas se tornarão ainda mais intensas, mas você terá a chance de bolar estratégias muito mais complexas quando acompanhado de uma mente humana. Infelizmente a empresa ainda não revelou se o modo, intitulado Special Forces, será online ou offline.
O bacana de tudo isto é que, mesmo contendo uma trama linear, você poderá realizar os objetivos de diversas maneiras. Basicamente, os jogadores terão a chance de explorar praticamente todo o nível para cumprir suas missões, escolhendo os caminhos mais adequados ou mais desafiadores. Sem dúvidas, uma adição bem-vinda, que permitirá ao jogador desfrutar do game várias vezes.

Configurações:

Minimas:
CPU Core 2 duo 3.0 Intel® Pentium® D ou AMD Athlon™ 64 X2 6000+
2 GB RAM Windows Xp /4 GB RAM Windows Vista
Geforce 8800GT 512 MB DirectX® 10.0–compliant video card ou DirectX
DirectX 9.0c ou 10.0 libraries (incluído no disco)
Espaço em disco de 12GB no minimo

Recomendadas:
CPU Core 2 quad Q9550 3.0ghz Intel® ou Phenom x4 series
2 GB RAM Windows Xp /4 GB RAM Windows Vista
Geforce GTX260 OR ATI HD4870 DirectX® 10.0–compliant video card ou DirectX
DirectX 9.0c or 10.0 libraries (incluido no disco)
Espaço em disco de 12GB no minimo

Modo de Instalação:
1. Essa é a versão STEAM do game, que exige ativação online e serial, ambos serão oficialmente possíveis somente no dia do lançamento (10 de novembro), não será possivel rodar este game até a data de lançamento oficial, a menos que alguem forneça algum tipo de solução ou crack para ele.
2. Este release é Russo, e não se sabe ao certo se ele inclui legendas em Inglês, texto, vozes ou quaisquer coisa em outra linguagem.
3. Ambos os DVD´s são em formato MDF/MDS.

O game não tem crack nem o serial! somente teremos ele no dia 10 que será o lançamento oficial!
quem quizer baixar e esperar serial e/ou crack, fique a vontade! =)

1) Coloque StimAP.
2) vá no seu login e senha. (Se você não tiver um login, matrícula, em seguida.)
3) MW2 Carga obraz.COD.
3) Adicionar a TRIMs anexo Call of Duty: Modern Warfare 2.exe como não relacionadas a ele.
4) Experimente.

Downloads:

MegaUpload
Parte 01
Parte 02
Parte 03
Parte 04
Parte 05
Parte 06
Parte 07
Parte 08
Parte 09
Parte 10
Parte 11
Parte 12
NoSteam

Serial: YQE2A-JBG32-FL82F-RDPCQ-LJL8T
Senha para descompactar: www.usinavirtual.com

Simon Singh

Simon Singh é Ph.D. em física de partículas pela Universidade de Cambridge, na Inglaterra, sendo a busca do quark top a sua principal área de pesquisa. Ele trabalhou durante os últimos sete anos para o departamento de ciência da BBC, e em 1996 co-produziu e dirigiu um premiado documentário sobre o último teorema de Fermat.

O Último Teorema de Fermat - Simon Singh

Por volta de 1637, Pierre de Fermat, um matemático francês amador, estudava problemas e soluções relacionados ao Teorema de Pitágoras. Em um momento de genialidade, ele criou uma equação que, embora fosse semelhante à de Pitágoras, não tinha solução. Ele trocou a potência de 2 para 3, do quadrado para o cubo. Como aparentemente esta nova equação não tinha solução, ele a alterou mais ainda, trocando a potência da equação por números maiores que 3, e igualmente não havia soluções para elas. Assim, Fermat presumiu que não existia um trio de números inteiros que se encaixasse na equação
, onde n representa 3, 4, 5, ...

Extraodinariamente, Fermat escreveu a seguinte anotação na margem do livro Aritmética, de Diofante, o qual foi seu grande guia durante os seus anos de estudo:
"Eu descobri uma demonstração maravilhosa, mas a margem deste papel é muito estreita para contê-la."
A partir daquele momento, nascia o problema que iria confundir e frustrar os matemáticos mais brilhantes do mundo por mais de 350 anos. O ÚLTIMO TEOREMA DE FERMAT, como ficou conhecido, tornou-se o Santo Graal da matemática.
A fama do Último Teorema de Fermat deriva unicamente da tremenda dificuldade em demonstrá-lo. No entanto, os comentários de Fermat na margem do seu livro serviam como um desafio ao mundo. Este problema é imensamente difícil e, no entanto, pode ser enunciado de uma forma que qualquer estudante possa entender. À medida em que os anos foram se passando, mais e mais matemáticos brilhantes se viram derrotados e frustrados por fracassarem em sua prova: o Último Teorema de Fermat ganhava notoriedade.
Leonhard Euler, o maior matemático do século XVIII, conseguiu provar que não havia solução para a equação para n = 3. No entanto, fracassou ao tentar provar os outros casos englobados pelo último teorema. Sophie Germain assumiu a identidade de um homem para poder pesquisar num campo que era fechado às mulheres, e conseguiu avanços significativos no século XIX. Graças ao contato que teve com Carl Gauss, ela pode fazer progressos quanto à abordagem do problema. Outro grande gênio, Évariste Galois, passou a noite escrevendo os resultados de sua pesquisa, antes de morrer num duelo em 1832, aos 20 anos de idade, tendo estudado apenas 5 anos de matemática.
No final do século XIX, um acontecimento inusitado deu nova vida ao problema. Paul Wolfskehl, um industrial alemão, desesperado devido a uma desilusão amorosa, decidiu suicidar-se. Na noite em que planejara cometê-lo, ele começara a ler livros de matemática. Envolveu-se com uma das demonstrações fracassadas do último teorema, e verificou que havia um erro de lógica nela. Passou a noite corrigindo a falha, e quando conseguiu, ficou tão orgulhoso do seu trabalho que decidiu não mais se suicidar. Seu desespero e mágoa desapareceram, a matemática lhe dera uma nova vontade de viver. Em 1908, quando morreu, ele deixou grande parte de sua fortuna como prêmio, a ser entregue ao primeiro que pudesse provar o Último Teorema de Fermat. Nascia o Prêmio Wolfskehl.
Mesmo com este incentivo, o Último Teorema de Fermat parecia não ser capaz de ser demonstrado.
Em 1955, Yutaka Taniyama e Goro Shimura, dois jovens matemáticos talentosos, desenvolveram uma conjectura que, sem perceberem, seria o grande passo para a demonstração definitiva do Último Teorema de Fermat. Mas, mais uma vez, a vida conspirava contra este objetivo. Em 1958, Taniyama cometeu suicídio.
Em 1986, um professor de Princeton, Andrew Wiles, que sonhava em demonstrar o último teorema de Fermat desde que o vira pela primeira vez, ainda menino, na biblioteca de sua cidade, decidiu tornar este sonho realidade. No entanto, fez questão de se preparar para não cometer os mesmos fracassos de seus antecessores, e durante sete anos publicou artigos sobre outros assuntos, de modo a despistar os colegas, enquanto trabalhava em sua obsessão. Durante este período, ele conseguiu fazer grandes descobertas, unificando e criando novas técnicas matemáticas. Em 1993, passados 356 anos desde o desafio de Fermat, Wiles assombrou o mundo ao anunciar a demonstração. Mas, havia uma falha nela. Este erro o fez voltar às pesquisas por mais 14 meses, até que, em 1995, ele ganhou as páginas de jornais do mundo inteiro e 50 mil libras da Fundação Wolfskehl.
O Último Teorema de Fermat finalmente fora demonstrado, mas para isso foi necessário o uso das técnicas matemáticas mais modernas do século XX. Mesmo os grandes matemáticos que fracassaram em sua demonstração forneceram a maior parte dos blocos utilizados na construção da demonstração. Ainda assim, alguns matemáticos insistem que, supondo que Fermat soubesse da solução, haveria uma demonstração mais simples para o último teorema, usando os conhecimentos matemáticos do século XVII. Mas isto é um outro problema...

sábado, 14 de novembro de 2009

O Livro dos Códigos - Simon Singh

Aos criptógrafos e criptoanalistas, recomendo um exitante livro chamado "O Livro dos Códios" escrito por Simon Singh, também autor de "O Último Teorema de Fermat", que também é altamente recomendado. Trata-se de um livro que conta toda a história da criptografia, desde a Cira de Cesar até  Criptografia Quântica moderna, passando por vários fatos históricos e ocorridos que alteraram a história por conta de cifras ou códigos que foram hora subestimados, hora superstimados.